O dalai lama elogiou hoje em Varsóvia a luta dos poloneses contra a ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial e o amor desse povo pela liberdade.O líder religioso tibetano fez essas declarações após percorrer hoje um museu que lembra a resistência ocorrida entre agosto e outubro de 1944, em que morreram 200 mil pessoas.
Segundo informou a agência de notícias polonesa "PAP", durante a visita ao museu um homem que viveu o levantamento exclamou: "Viva o Tibete livre!", gesto que o dalai lama agradeceu abraçando o idoso.
Em discurso feito de manhã na Universidade de Varsóvia, o líder espiritual budista agradeceu pelos esforços mostrados por alguns políticos regionais poloneses por mudarem o nome de um cruzamento da cidade para o de "Largo do Tibete livre".
Em discurso feito de manhã na Universidade de Varsóvia, o líder espiritual budista agradeceu pelos esforços mostrados por alguns políticos regionais poloneses por mudarem o nome de um cruzamento da cidade para o de "Largo do Tibete livre".
O dalai lama qualificou a iniciativa de "correta e lógica".
No discurso, o dalai lama encorajou o mundo a viajar para o Tibete para conhecer a situação na região.
"Se a situação é tão boa como dizem os chineses, que mostrem ao mundo", acrescentou. O chefe espiritual dos tibetanos, Dalai-Lama, foi hoje, quinta-feira, agraciado com o título de "cidadão honorário" de Varsóvia, numa cerimónia realizada no castelo real da capital polaca.
O título foi atribuído em Maio último pelas autoridades municipais da principal cidade polaca.
No início de Junho, o Dalai-Lama recebeu uma distinção semelhante na cidade de Paris.
"Como conselheiros municipais de uma cidade fortemente marcada pela história, temos o direito moral e o dever de honrar um homem que procura para os seus compatriotas e para o seu país a liberdade e a soberania, das quais desfrutamos há 20 anos", declararam os responsáveis, durante a cerimónia.
"Estamos orgulhosos que o 14º Dalai-Lama seja simbólicamente um de nós, cidadãos desta cidade singular.
Este monge e este grande sábio será sempre recebido em Varsóvia como um amigo", afirmou a presidente da Câmara, Hanna Gronkiewicz-Waltz.
"É uma grande honra mas questiono sempre nestas ocasiões quais são as obrigações implícitas", afirmou Dalai-Lama, em tom de brincadeira.
O líder espiritual do povo tibetano encontra-se desde terça-feira na capital polaca, seguindo hoje, para Frankfurt, Alemanha, onde irá permanecer até Domingo.
Numa visita realizada terça-feira ao Museu da Revolução de Varsóvia, Dalai-Lama fez um paralelo com a situação do povo tibetano e os polacos que lutaram contra a ocupação nazi em 1944, destacando "o desejo de liberdade" dos dois povos.
"Desde 1956, em muitas partes do Tibete, existe uma situação semelhante. Ainda militares comunistas chineses utilizam, por vezes, bombas, aviões", afirmou o líder espiritual.
Símbolo para os opositores do regime chinês que denunciam os atentados contra os direitos humanos no país, o 14.º Dalai-lama, de 74 anos, vive no exílio na Índia desde que fugiu do Tibete, após uma revolta fracassada anti-chinesa em Lassa em 1959.
As diversas distinções internacionais ao líder tibetano são classificadas por Pequim como uma "ingerência" nos assuntos internos chineses.
"Se a situação é tão boa como dizem os chineses, que mostrem ao mundo", acrescentou. O chefe espiritual dos tibetanos, Dalai-Lama, foi hoje, quinta-feira, agraciado com o título de "cidadão honorário" de Varsóvia, numa cerimónia realizada no castelo real da capital polaca.
O título foi atribuído em Maio último pelas autoridades municipais da principal cidade polaca.
No início de Junho, o Dalai-Lama recebeu uma distinção semelhante na cidade de Paris.
"Como conselheiros municipais de uma cidade fortemente marcada pela história, temos o direito moral e o dever de honrar um homem que procura para os seus compatriotas e para o seu país a liberdade e a soberania, das quais desfrutamos há 20 anos", declararam os responsáveis, durante a cerimónia.
"Estamos orgulhosos que o 14º Dalai-Lama seja simbólicamente um de nós, cidadãos desta cidade singular.
Este monge e este grande sábio será sempre recebido em Varsóvia como um amigo", afirmou a presidente da Câmara, Hanna Gronkiewicz-Waltz.
"É uma grande honra mas questiono sempre nestas ocasiões quais são as obrigações implícitas", afirmou Dalai-Lama, em tom de brincadeira.
O líder espiritual do povo tibetano encontra-se desde terça-feira na capital polaca, seguindo hoje, para Frankfurt, Alemanha, onde irá permanecer até Domingo.
Numa visita realizada terça-feira ao Museu da Revolução de Varsóvia, Dalai-Lama fez um paralelo com a situação do povo tibetano e os polacos que lutaram contra a ocupação nazi em 1944, destacando "o desejo de liberdade" dos dois povos.
"Desde 1956, em muitas partes do Tibete, existe uma situação semelhante. Ainda militares comunistas chineses utilizam, por vezes, bombas, aviões", afirmou o líder espiritual.
Símbolo para os opositores do regime chinês que denunciam os atentados contra os direitos humanos no país, o 14.º Dalai-lama, de 74 anos, vive no exílio na Índia desde que fugiu do Tibete, após uma revolta fracassada anti-chinesa em Lassa em 1959.
As diversas distinções internacionais ao líder tibetano são classificadas por Pequim como uma "ingerência" nos assuntos internos chineses.